15 outubro 2007

Superinertes é arma secreta do CART

A escolha do patrocinador e novo nome para a equipa de hóquei do CART é um arrojado golpe estratégico por parte da nova direcção. Para além de conseguir aumentar o orçamento do clube, a ideia é iludir completamente os adversários, fazê-los pensar antecipadamente que o jogo está ganho e depois surpreendê-los com goleadas de todo o tamanho.

“Inerte, como toda a gente sabe, significa sem acção, ineficaz, ocioso. Superinertes significa tudo isso, mas de uma forma super, ou seja, em muito maior escala”, explicou um elemento da recém-eleita direcção. “Desta forma, os adversários vão pensar que vão jogar com uns molengões, uns lentos, uma equipa que não é eficaz na concretização... e relaxam”, continuou. “Os próprio treinadores das outras equipas podem até convocar os jogadores menos utilizados – e mesmo o roupeiro e a senhora da limpeza – a pensar que o jogo são favas contadas. E depois.. eh! eh!... Toma lá mais um do CART-Superinertes! Não tenha dúvidas que, com este nosso novo nome, a subida está garantida!”, concluiu.

A estratégia, temos que admitir, é engenhosa. Mourinho, desculpa lá, mas tens muito que aprender aqui com a malta!

Graças ao nosso poder de infiltração, conseguimos também decobrir – e divulgamos em primeira mão – que, dentro da mesma estratégia, o CART-Superinertes está agora a negociar o patrocínio do conhecido restaurante “Frango da Guia” para a camisola do guarda-redes.

Câmara, Turitermas e Junta também serão patrocinadas

Entretanto, a nossa teia de relações permitiu apurar que o departamento de marketing da Superinertes pretende reforçar investimentos no concelho e que terá escolhido patrocinar a Câmara Municipal, a Taipas Turitermas e a Junta de Freguesia.

“Os dois primeiros pelo grande bulício e investimento que têm realizado nas Taipas e esta última pelo cumprimento integral e a todo o gás das promessas eleitorais”, disse-nos um alto quadro da empresa, enquanto se espreguiçava e se preparava para fechar os estores do escritório para dormir a soneca das três e meia da tarde.

11 outubro 2007

O que tem o Constantino Veiga a ver com Scolari?

A pergunta foi lançada recentemente por um opinion-maker to Reflexo Digital.
http://www.reflexodigital.com/?cat=42&item=6331

Estava-se mesmo a ver que teríamos que ir para o terreno para ajudar a desvendar este mistério.
Fomos para as margens poluídas do Ave, fazer um inquérito aos banhistas e outras pessoas, com doenças graves de pele.

As respostas À PERGUNTA:

O que tem a ver o Constantino Veiga com o Scolari?

Fácil! O que um gostava de fazer ao Magalhães, é o mesmo que o outro tentou fazer ao Dragutinovic, da Sérvia.
Zé Manel, adepto de futebol, rugby e wrestling.

Antes de mais, parabéns pelo blogue. Quanto à pergunta, eu diria que é o facto de os dois se limitarem a assistir ao jogo da bancada... seja ele o jogo de futebol ou o jogo político.
João Meireles, participante assíduo dos fóruns da TSF

Eu acho que é o bigode...
Cajó, decorador de interiores

Cá para mim a terra é que os une. O Scolari veio do Brasil.
Rui Bolas, Jogador de Pétanca

Eu acho que é injusto, comparar o Scolari e o sr. Presidente. O Scolari manda na selecção e o sr. Presidente, não manda na Junta.
Zé Peixe, pescador.

Os adjuntos. O bigode do Murtosa é parecido com o bigode do sr. Abreu.
Quim Apontador, frequentador assíduo das reuniões de junta.

O Scolari não quer o concelho das Taipas. O arquitecto, não sabe se quer.
Marcelinho, primo do Marcelo das Taipas.

Cá para mim, os dois, não são bons da bola.
Hasmartinpan, pedo-psiquiatra

"Novos inquéritos seguem dentro de tempos."

08 outubro 2007

Smartini ponderam mudar nome para Sbacardi

Tal como já referido, as nossas investigações estravazam o mundo da política. Desta vez a descoberta foi no mundo artístico taipense. Recorremos a um agente especializado (o inspetor Monta a Flor), que se infiltrou no bombo da bateria dos Smartini durante um ensaio. O que abaixo reproduzimos é um excerto de um diálogo com uma grande revelação: os Smartini ponderam mudar o nome da banda.

João Paulo: Ò arquitecto!
Nuno: É pá! Não me chames isso que ainda me confundem com o outro músico...
Ricardo: Que também é um grande artista!
(Risos)
João Paulo: Desculpa... Ò Nuno: estava aqui a pensar que devíamos mudar o nome da banda. Estou farto que nos perguntem se temos alguma coisa a ver com os Linda Martini.
Patrício: Por acaso isso também me chateia um bocado.
Nuno: E há ideias?
João Paulo: Tinha pensado Sbacardi...
Ricardo: Também podia ser Ssuperbock, Ssumol ou Ssmirnoff...
Patrício: Porra pá! Com esses nomes parece que estás a gaguejar.
Ricardo: É... estes não funcionam.
Nuno: E se fosse Spisang abon?
Patrício: Esse é um bocado complicado de escrever.
Nuno: Ok. Fica Sbacardi.
João Paulo: Mas se mudarmos de nome temos que deixar de tocar as músicas que andámos a tocar há 6 anos?
Ricardo: Por mim não. Acho que devíamos tocar as mesmas pelo menos até à Capital Europeia da Cultura em Guimarães.
João Paulo: E quando é isso?
Nuno: 2012.
João Paulo: Parece-me razoável.
Patrício: Também acho. E uma vez que estamos tão agarrados a estas músicas o que dizem a mudar o nome para “Sbacardi com cola”?
Ricardo: Não. Fica só Sbacardi.
Patrício: Ok. Tudo bem. Agora chega de conversa e toca a ensaiar.
Nuno: Força. Vamos lá tocar a Idiotic Sense outra vez. Se não saír bem à 12.538ª vez, há-de saír bem à 12.539ª.

(A partir daqui a gravação perde qualidade e só se ouve o pum, pum do bombo).

Com a generosidade que nos tem caracterizado, decidimos criar mais um inquérito, desta vez para ajudar os Smartini na escolha de um novo nome. Veja as sugestões no menú do lado direito desta página e faça a sua escolha.

Abaixo está a filmagem - feita com uma câmara escondida - da 12.540ª vez que os Smartini tocaram a Idiotic Sense (numa Fnac).



Entretanto, o inquérito já saiu do "ar".
Para memória futura, a pergunta e as opções eram:

QUAL O NOVO NOME QUE SUGERE PARA OS SMARTINI?
Sbacardi com cola
Slicor Beirão
Smimosa com Omega 3
Scá nevasse, fazia Scá Ski

01 outubro 2007

Derby Minhoto é referendo encapotado

Os comentários do Reflexo Digital à notícia “Cinco Projectos para Guimarães” são a peça que nos faltava para comprovar uma tese que andávamos a investigar:
O futebol e a política, a política e o futebol... enfim... vocês sabem do que eu estou a falar.

À proposta apresentada para o Toural, os leitores comentaram: “Flávio Meireles estava antes da linha de golo”;
Sobre a proposta de recuperação do antigo mercado escreveu-se: “vê-se claramente que a bola está do lado de fora da rede da baliza”;
Por fim, sobre o projecto do Parque de Lazer da Cidade Desportiva e da nova centralidade de Silvares, a pergunta de um leitor também não deixa dúvidas: “Será que, com estes clubes, vai estar tanta gente no estádio da pedreira?”

A nossa investigação foi mais longe e descobrimos que o derby minhoto que opôs Vitória e Braga mais não foi do que um referendo à elevação de Taipas a concelho e que Olegário Benquerença causou aquela situação polémica para que as opiniões sobre o sim ou o não ao concelho se discutissem de forma aberta, justa e transparente.

Decidimos por isso associar este blogue ao evento e criámos um inquérito (vejam na coluna do lado direito), para saber a sua opinião sobre tão delicado assunto. Vote. Só com a sua opinião tudo isto fará sentido.

Nota: Pode achar que tudo o que foi dito acima é mentira (e é legítimo, porque tentamos ser coerentes). Mas não é. Abrimos uma pequena excepção neste texto, que pode comprovar em:
http://www.reflexodigital.com/?cat=6&item=6270

29 setembro 2007

Magalhães e Veiga . . .

Magalhães e Veiga, encenaram defesa de Taipas a concelho.

Novos desenvolvimentos sobre este assunto. Na assembleia de freguesia de ontem, dia 28, estiveram presentes dois eleitores, que há mais de um ano, não compareciam a assembleias nem reuniões de Junta. Trata-se de Paulo Pereira, considerado no mandato anterior como delfim de Carlos Remísio e António Joaquim Oliveira, simpatizante do remisismo, tio do lider da oposição JoséLuís Oliveira e cunhado de Constantino Veiga. Esta presença, ao que tudo indica patrocinada por António Magalhães, é um sinal claro de que alguma coisa se passa. Parece que terá existido, no final da assembleia, uma reunião entre estes dois mandatários e os cunhado e sobrinho de Joaquim Oliveira, de forma a concertar as coisas, relativamente às próximas eleições. Parece que a paz, voltará em breve.

28 setembro 2007

Escutas no Chuveiro: dois tractores

A Gata Triste já anda mais alegre: instalou um conjunto de escutas em chuveiros de personalidades marcantes da vida pública das Taipas e o esforço já começa a dar frutos.

Passamos a transcrever a primeira escuta. A música é a dos dois amores do Marco Paulo, mas a letra tem uma arquitectura diferente do original.

Eu queria dois tractores,
Que em nada são iguais.
Um seria pr’as obras,
O outro é pr’os quintais.

Mas só posso ter um
O_guito não dá pr’a mais
Eu queria dois tractores
Que nada são igua_a_a_a_ais

Meu coração continua
Sem saber como pagar,
Posso perder a factura
Mas já não deve colar.

E enquanto não decido
Vou propôr na sexta-feira
Que a_assembleia aprove
A locação finance _eira.


Pista para esta investigação:
http://www.reflexodigital.com/?cat=5&item=6269&PHPSESSID=f10f49255cea4823ae489b84ad67aaf3

26 setembro 2007

Feira Joanina é obra do MTAC

Após a mudança de sede do MTAC – Movimento Taipas a Concelho das Taipas para S. João de Ponte (ao que se sabe agora, por já estar assegurada a continuidade do movimento nas Taipas, com a liderança forte de Constantino Veiga), os seus promotores decidiram unir esforços e criaram uma filial com o nome de MSJAC. O MSJAC não é uma casa de massagens, mas sim o Movimento São João a Concelho.

Os primeiros resultados são já visíveis: o MSJAC conseguiu infiltrar um elemento na “Zona de Turismo de Guimarães” que convenceu a Câmara Municipal a organizar uma Feira Joanina (que decorrerá este fim-de-semana), utilizando o argumento de se pretendia recriar uma feira do tempo de D. João I (esta foi genial!).

Mas as nossas investigações não deixam margem para dúvidas: a feira Joanina é uma manifestação de apoio ao concelho de S. João de Ponte e os seus defensores aparecerão, nesse dia, disfarçados de trovadores a tocar o hino do futuro concelho com gaitas de foles e tambores.

“Era nossa intenção inicial organizar uma Feira Taipina, mas não conseguimos, porque era mais difícil inventar uma desculpa para convencer a Câmara”, disse uma fonte da organização.

Mapa “martelinhos cor-de-rosa” ligará Av. da Liberdade a Fermentões

Inspirados pelo mapa cor-de-rosa, que pretendia unir Angola a Moçambique, os líderes do consórcio MTAC/MSJAC pretendem abrir filiais em todas as vilas e aldeias até às portas de Guimarães. O objectivo é ter, em Julho próximo, festas em honra de S. João desde a Avenida da Liberdade, em Braga, até Fermentões.

“S. João de Ponte está já controlado e achamos que o Tino, se não conseguir convencer os taipenses - já este ano - da vantagem em mudarem de santo, irá pelo menos conseguir organizar umas festas de várias semanas que incluam também o S. João. Por um lado, o povo quer é festa; por outro, tanto o presidente da junta como o líder da oposição conhecem bem as festas de S. João e isso, parecendo que não, facilita”, disse a mesma fonte.

Mesquita Machado terá já prometido as sardinhas e a broa para estes grandes festejos, mas pediu sigilo, para não melindrar Guimarães e ver se lhe toca alguma coisa da Capital Europeia da Cultura (nem que seja um concerto dos trovadores das gaitas de foles nos jogos do Braga).