As primeiras reacções à entrevista de Constatino Veiga à edição em papel do Reflexo não se fizeram esperar: o “Sr. Abreu” não gostou que Veiga dissesse que ele era o seu braço braço direito e o seu braço esquerdo.“Não é que isso não seja verdade”, disse Abreu a um dos nossos investigadores. “A questão é que, para além dos dois braços, eu sou também o bigode de Veiga. E ele deveria tê-lo referido na entrevista”, disse-nos um Abreu desgostoso.
Pelo que apurámos, a carta de Quim Barreiros à Junta de Freguesia referia que era graças ao bigode de Veiga (“parecido com o meu”) que aceitaria abrilhantar as festas do próximo ano. Ora Abreu, sentindo-se responsável pela vinda de Quim Barreiros às Taipas acha que o mínimo que Veiga poderia fazer era reconhecer isso publicamente no jornal.
No mesmo parágrafo da entrevista, Veiga afirma que “o presidente, o sr. secretário ou o sr. tesoureiro não comeram o dinheiro”, facto que foi considerado como possível por Abreu, que no entanto afirmou não ser ele a boca de Veiga. “Não sei quem comeu o quê, pelo que a este respeito falo apenas por mim”, concluiu.
Por fim, José Luís Oliveira vai solicitar à Assembleia de Freguesia a abertura de um inquérito para apurar quem é o nariz de Veiga, já que, segundo o presidente da Turitermas, “quando levou uns investidores a visitar as Termas, Constantino Veiga meteu o nariz onde não era chamado e é imperioso apurar responsabilidades”.
Outras reacções irão certamente surgir e nós lá estaremos para as recolher. Mantenham-se atentos.
