
Depois do “de Barco às Taipas” eis que mais um blogue surge no panorama cibernético da região.
Vai chamar-se “de corveta (da marinha de guerra) às Taipas” e nós, chegando com os nossos tentáculos aos mais recônditos espaços políticos (e não só), conseguimos ter acesso à sua primeira versão, ainda por publicar.
No seu primeiro post, o blogue começa por mostrar, por a+b, que o AvePark (o chamado Parque de Ciência e Tecnologia das
Taipas) fica efectivamente em
Barco.
Depois, comprova-se por x+y que o Movimento Artístico das
Taipas é apoiado pela junta de freguesia de
Barco para organizar o
Barco Rock Fest.
O cálculo seguinte mostra que o Rio Ave passsa por
Barco antes de passar pelas
Taipas.
Depois, demonstra-se que até a Nossa Sra. dos Remédios, que antigamente vinha para as
Taipas às quartas-feiras e por cá ficava alguns dias, chega agora à sexta à noite, para regressar rapidamente a
Barco, Domingo no fim do almoço.
Por fim, relembra que José Machado, Pároco de
Barco, ganhou as eleições nos Bombeiros Voluntários das
Taipas, numa lista contra Carlos Remísio.
Tudo isto termina com o somatório de todas as equações anteriores para mostrar um resultado que só quem andasse desatento é que ainda não teria percebido:
O blogue “de corveta (da marinha de guerra) às Taipas” será a rampa de lançamento para
o ataque e tentativa de conquista da junta das Taipas por parte de Américo Freitas, actual presidente da junta de S. Cláudio de Barco
.
Escutas telefónicas registam primeiras reacçõesCirculando no meio político taipense, este boato motivou algumas reacções que os nossos agentes gravaram, graças á utilização de complicados mecanismos de escuta ilegal.
José Luís Oliveira pegou na caneta, sentou-se à secretária e preparou um ataque político a Américo Freitas, terminando com “e se eu me quiser recandidatar?”.
Ângelo Freitas, líder do MTAC a viver em S. João de Ponte, terá gritado “porra... o Carlos Marques bem me dizia para eu ir, como ele, viver para Barco”.
Já Capela Dias fez tocar a rebate os sinos da Igreja Velha, juntando os seus camaradas e perguntando: “esse Américo tem algum irmão com carrinhas para vender? É começar já a investigar!”
Constantino Veiga – que não cumpriu nenhuma promessa eleitoral, porque as estava a guardar para quando fosse presidente da Junta eleito pelo PS – pegou na calculadora, carregou numas teclas, confirmou as contas e desabafou: “Isto está a bater tudo certo... mas quem diria... o Américo... amigo de copos de Braga... será que só me resta um noves fora, nada?”