Com os investigadores entretidos a descobrir quem são as autoras do hino do PSD e do PCP (resultados a "postar" brevemente), aproveitamos para colocar online a entrevista a Armando Marques, originalmente publicada na edição de Novembro do jornal Reflexo.
Depois da entrevista a Ricardo Costa, virámos à direita e apanhámos Armando Marques com os nossos tentáculos. Está no grupo dos políticos mais experientes das Taipas e é uma espécie de José Luis Arnaut dos pequeninos. É o homem na sombra.
Armando, deixe-me dizer-lhe que é uma honra estarmos a entrevistá-lo e que seria uma honra ainda maior tê-lo nas nossa fileiras. Achámos que o seu perfil se enquadra no perfil do Polvo.
Obrigado. Mas não vamos desenvolver esse tema. Sugiro que avancem.
De acordo. Podemos apelidá-lo de “viga do PSD local”?
Considerando o meu histórico político e profissional, julgo que sim... posso ser considerado a viga. Embora pilar fosse um nome mais bonito.
Viga é uma palavra muito próxima de Veiga. Há aí alguma ligação com a passagem de Constantino Veiga do PCP para o PSD?
Efectivamente há. Precisava de alguém com um nome que confundisse as pessoas sobre quem seria o presidente da junta... se seria Viga ou Veiga...
E então convidou o Constantino Veiga...
Não. Convidei a Mafalda Veiga. Mas como ela andava enrolada com o João Pedro Pais e com concertos e tal, a alternativa foi ir buscar o Constantino ao PCP.
E está a resultar ter um arquitecto a trabalhar consigo?
Totalmente! Neste lógica da confusão, arranjei um arquitecto, mas quem arquitecta sou eu. É uma coisa tipo: há quem faça os projectos, mas quem vende o material sou eu.
Isso é de facto engenhoso.
“Arquitecturoso”!
Lemos há tempos, num comentário do Reflexo Digital, que o Armando tinha um penteado à Veiga. Isso também faz parte dessa estratégia?
Não! Vocês são mesmo uns incultos. O meu penteado é de outro estilo. É um penteado à José Veiga, não é à Constantino Veiga.
José Veiga?
O do futebol: Benfica, Vitorinha, Taipas... estão a ver?
Ah... lá está a tal promiscuidade entre a política e o futebol...
Não me fale nisso, que me lembra a traição do meu cunhado, que se passou para o PS...
Ou seja, o Armando teve que engolir um sapo...
Vocês não prepararam mesmo nada esta entrevista... ele é meu cunhado porque é casado com uma minha irmã...
Desculpe. Diga-nos Armando: se fosse presidente da junta...
... Mas não sou?!?
É?
Quer dizer... em teoria de facto não sou.
Vamos então reformular a pergunta. Diga-nos Armando: se também em teoria fosse presidente da junta, quem convidaria para abrilhantar as próximas festas de S. Pedro?
O Armando Gama.
O Armando Gama?
Se gamo? Cuidado com as insinuações! Quem abriu o inquérito fui eu.
Espere aí... nós estavamos a falar do autor da “esta balada que te dou”...
Mas eu prefiro falar antes da “Balada de Hill Street”, aquela série da televisão dos ladrões e polícias que abrem inquéritos.
Bom... isto está a ficar um bocado confuso e não sei se os leitores nos estarão a perceber.
Tanto melhor. Já lhes disse... o que é preciso é que não se perceba bem... manter a coisa confusa. E abrir inquéritos!
Já se viu que o Armando quer puxar o tema do inquérito. Vamos a isso então. Explique-nos lá o que se está a passar.
Estamos a fazer um inquérito administrativo para saber como andam as contas.
Mas, sendo o senhor o tesoureiro, não é estranho as contas serem fiscalizadas por si?
Não estou a ver qual é o problema? Não se esqueça que eu sou a viga que aguenta toda aquela estrutura.
E quando é que se vai saber, afinal, o resultado de tal inquérito?
A seu tempo, a seu tempo. Vamos ver quem se candidata por quem e depois veremos. Para já ainda é cedo para escolher as listas.
Já agora, o que acha do PS ter já apresentado Ricardo Costa como cabeça de lista às próximas eleições.
Tem um factor positivo: já ficamos a saber que o Constantino Veiga não será o cabeça de lista do PS às próximas eleições.
E para o ano, além da presença de Armando Gama, vai haver mais alguma novidade para as Festas de S. Pedro?
A Lia Gama.
A Lia Gama? Mas a das telenovelas? Porquê?
A Lia Gama, sim. Porque, nessa altura, a novela do inquérito já estará terminada!
16 novembro 2008
07 novembro 2008
Celina Dion, autora do hino da campanha do PS
Não foi só a imposição de quotas que trouxe Celina Dion para o palco da política local. A agora candidata, conhecida vedeta da música ligeira e que emigrou para França com a sua valise en carton na década de 60, foi convidada pelo primo Ricardo Celina Costa a regressar e a compôr e interpretar o hino da lista do PS.
Este hino - que é apenas um dos elementos da fortíssima campanha de marketing que está a ser preparada nos bastidores da lista - terá como título “rose greffés” (em português “roseira enxertada”) e fará alusão às recentes mudanças e enxertos que o partido da rosa sofreu recentemente nas Taipas.
Numas primeiras declarações recolhidas no final das gravações, Celina prometeu juventude, emoção, uma junta de freguesia mais asseada, um clube de croché e sessões da assembleia de fregusesia às 5 da tarde, porque, segundo diz, “há ali muita falta de chá”.
Numas primeiras declarações recolhidas no final das gravações, Celina prometeu juventude, emoção, uma junta de freguesia mais asseada, um clube de croché e sessões da assembleia de fregusesia às 5 da tarde, porque, segundo diz, “há ali muita falta de chá”.
04 novembro 2008
O Polvo de Sande
Isto é que nós gostávamos, mas não temos engenho e arte para tanto.
A Igreja de Sande S. Martinho vai ter seis câmaras instaladas que, segundo a Agência Lusa, citada pelo Reflexo Digital, permitirão que cinco elementos do Conselho Económico da paróquia vejam tudo o que se passa no seu interior.
Assim, o pároco da freguesia vai poder confirmar se as penitências são ou não cumpridas na totalidade, vai poder controlar os atrasados crónicos e aqueles que saem na altura da Comunhão, ver com quanto é que cada paroquiano contribui para o ofertório e mesmo quem são os que, com a justificação de não terem trocos, deixam uma nota de 5 euros e retiram seis moedas de 1.
Com as câmaras e com o som que permitirá transmitir a missa de Domingo online, os cinco elementos vão poder ainda descobrir também online quem é que roubou as galinhas da vizinha, quem é que mantém casos extra-conjugais e quem é que pensa mudar de partido ou ir para presidente de um clube de futebol (ou as duas coisas em simultâneo).
O pároco de Sande S. Martinho afirmou não conhecer nenhuma situação idêntica a esta, o que está bem observado e terá razões de ser.
Uma coisa é certa: todas as preces serão ouvidas!
Para ver a notícia sobre o Big Brother de Sande clique aqui.
A Igreja de Sande S. Martinho vai ter seis câmaras instaladas que, segundo a Agência Lusa, citada pelo Reflexo Digital, permitirão que cinco elementos do Conselho Económico da paróquia vejam tudo o que se passa no seu interior.
Assim, o pároco da freguesia vai poder confirmar se as penitências são ou não cumpridas na totalidade, vai poder controlar os atrasados crónicos e aqueles que saem na altura da Comunhão, ver com quanto é que cada paroquiano contribui para o ofertório e mesmo quem são os que, com a justificação de não terem trocos, deixam uma nota de 5 euros e retiram seis moedas de 1.
Com as câmaras e com o som que permitirá transmitir a missa de Domingo online, os cinco elementos vão poder ainda descobrir também online quem é que roubou as galinhas da vizinha, quem é que mantém casos extra-conjugais e quem é que pensa mudar de partido ou ir para presidente de um clube de futebol (ou as duas coisas em simultâneo).
O pároco de Sande S. Martinho afirmou não conhecer nenhuma situação idêntica a esta, o que está bem observado e terá razões de ser.
Uma coisa é certa: todas as preces serão ouvidas!
Para ver a notícia sobre o Big Brother de Sande clique aqui.
29 outubro 2008
Corram com os políticos
O Núcleo de Atletismo das Taipas – que recentemente teve um desempenho notável na Maratona do Porto – vai lançar este mês, nas Taipas, uma campanha com o nome “Corram com os políticos”.
Espera-se uma elevada participação por parte dos eleitores e aguarda-se, sobretudo, que haja uma grande adesão por parte dos políticos. Ao que tudo indica, o primeiro voluntário para esta campanha será Manuel Ribeiro, um político que já pertence ao NAT.
Para ver notícia sobre o desempenho notável, clique aqui.
Espera-se uma elevada participação por parte dos eleitores e aguarda-se, sobretudo, que haja uma grande adesão por parte dos políticos. Ao que tudo indica, o primeiro voluntário para esta campanha será Manuel Ribeiro, um político que já pertence ao NAT.
Para ver notícia sobre o desempenho notável, clique aqui.
21 outubro 2008
A verdadeira entrevista a Ricardo Costa
Entrevista publicada na edição de Outubro do Jornal Reflexo (para memória futura).
É provável que o leitor encontre outra entrevista a Ricardo Costa nas páginas deste jornal. Mas como o leitor é atento, rapidamente perceberá que esta não só é a verdadeira entrevista, como também é a que toca nos assuntos com mais interesse para si, em geral, e para o Polvo, em particular.
Diga-nos Ricardo, como é que tomou a decisão de dar à "costa" política taipense? (Gostou do trocadilho?)
Gostei muito do trocadilho. Eu verdadeiramente não decidi dar à costa. A costa é que decidiu que eu deveria ir lá dar. Não sei se me faço entender?
Por acaso não. Mas estes diálogos pouco claros são normais nestas entrevistas. Quer com isso dizer que prepararam a sua candidatura nas suas costas?
(Outro bom trocadilho. Parabéns!). Mais ou menos. Digamos que o meu nome foi proposto e aceite por quem de direito.
Está a falar do advogado?
Não, não. De direito, mas não desse direito, porque os advogados agora já riscam pouco. Refiro-me ao "Padrinho" Magalhães.
Ah... muito bem. E acha que um músico, como o Ricardo, pode ser um grande político?
Nas Taipas pode, claro. Se um político pode ser um grande músico (e agora saberá bem ao que me refiro), também um músico pode ser um grande político.
Essa piada já nós a fizemos no nosso blogue...
Eu sei, eu sei. Mas fique a saber que eu vou basear grande parte do meu programa eleitoral no seu blogue.
Ai sim? Muito obrigado. Mas porquê? Pelas boas ideias que lá encontrou?
Não. Por ser tudo ficção.
Está a querer dizer que o seu programa será ficcionado?
Todo, todo não. Mas uma grande parte sim. Primeiro, porque na realidade, uma junta de freguesia como a das Taipas pouco pode fazer. E depois porque, se ganharmos, achamos que não se deve cortar totalmente com aquilo que o executivo anterior fez.
Refere-se à ficção?
Sobretudo a isso, até porque pouco mais sobra. Aliás este gosto pela ficcção reforça aquilo que lhe dizia atrás: a vida artística anda muito ligada à vida política aqui nas Taipas. E esse é um ponto forte da minha candidatura.
Ter muitos artistas?
Sim. Temos alguns. Gostavamos de ter menos, mas sabe que nestas coisas nem todos os convites que fazemos são aceites. Eu diria mesmo que muitos convites não foram aceites...
Falou há pouco em não romper com o passado. Mas a sua lista corta algumas relações umbilicais com figuras que sempre estiveram ligadas ao PS taipense...
É verdade. Mas apesar de eu ser Costa, nunca andei às costas de ninguém. Aliás, nunca me pus às costas dos outros para subir na vida.
Está a pensar em alguém em particular?
Não, não. Até porque o meu relacionamento com o engenheiro é bom.
O Ricardo está também ligado à banca. Que mais-valia é que isso lhe trará, como presidente da Junta?
Para começar a Junta das Taipas está como o sistema financeiro internacional: na bancarrota. Além disso, conto estar mais à vontade na contabilização de facturas.
Como assim?
Por exemplo, comigo nunca estaríamos um ano e tal para depositar o dinheiro das cervejas. Eu levava logo o dinheiro para o banco e pronto. Até porque os depósitos ajudam a atingir objectivos.
O Ricardo sabe que um bom entrevistador tem que fazer perguntas incómodas. Por isso diga-me: o Ricardo tem irmãos com carrinhas em segunda mão para serem vendidas?
Por acaso não. Mas estou a ver onde quer chegar... a nossa actuação vai pautar-se por uma total transparência e respeito pelo erário público. Comigo será tudo pago com cheques do banco, nada de dinheiro vivo.
Parece-me que aqui há dois/três anos atrás também ouvi isso, da boca de um actual governante.
Claro. Todos ouvimos. Mas depois o povo esquece-se.
E o Ricardo depila-se no peito?
Desculpe, mas agora não estou a ver o alcance da pergunta...
Não tem alcance nenhum. É só para os leitores não adormecerem e voltarem a dar atenção à entrevista. Além disso, poderão pensar que há alguma marosca política relacionada com salões de estética ou algo do género. E isso faz com que esta entrevista ganhe interesse e alguma visibilidade.
Estou a ver...
Ainda no âmbito pessoal: o Ricardo acha que o facto dos seus progenitores viverem onde vivem fará alguma diferença?
Como assim...?
Ora bem... é perto da casa do actual presidente da junta…
Ora, por favor. Aliás quero dizer-lhe que tenho o melhor relacionamento com o arquitecto.
Tem?
Claro! Temos coisas em comum. Ele é colega e grande amigo do arquitecto Nuno. E eu também. Somos ambos bons na música.
Ricardo: quer deixar uma última mensagem aos eleitores das Taipas?
Não acreditem em tudo o que lêem.
É provável que o leitor encontre outra entrevista a Ricardo Costa nas páginas deste jornal. Mas como o leitor é atento, rapidamente perceberá que esta não só é a verdadeira entrevista, como também é a que toca nos assuntos com mais interesse para si, em geral, e para o Polvo, em particular.
Diga-nos Ricardo, como é que tomou a decisão de dar à "costa" política taipense? (Gostou do trocadilho?)
Gostei muito do trocadilho. Eu verdadeiramente não decidi dar à costa. A costa é que decidiu que eu deveria ir lá dar. Não sei se me faço entender?
Por acaso não. Mas estes diálogos pouco claros são normais nestas entrevistas. Quer com isso dizer que prepararam a sua candidatura nas suas costas?
(Outro bom trocadilho. Parabéns!). Mais ou menos. Digamos que o meu nome foi proposto e aceite por quem de direito.
Está a falar do advogado?
Não, não. De direito, mas não desse direito, porque os advogados agora já riscam pouco. Refiro-me ao "Padrinho" Magalhães.
Ah... muito bem. E acha que um músico, como o Ricardo, pode ser um grande político?
Nas Taipas pode, claro. Se um político pode ser um grande músico (e agora saberá bem ao que me refiro), também um músico pode ser um grande político.
Essa piada já nós a fizemos no nosso blogue...
Eu sei, eu sei. Mas fique a saber que eu vou basear grande parte do meu programa eleitoral no seu blogue.
Ai sim? Muito obrigado. Mas porquê? Pelas boas ideias que lá encontrou?
Não. Por ser tudo ficção.
Está a querer dizer que o seu programa será ficcionado?
Todo, todo não. Mas uma grande parte sim. Primeiro, porque na realidade, uma junta de freguesia como a das Taipas pouco pode fazer. E depois porque, se ganharmos, achamos que não se deve cortar totalmente com aquilo que o executivo anterior fez.
Refere-se à ficção?
Sobretudo a isso, até porque pouco mais sobra. Aliás este gosto pela ficcção reforça aquilo que lhe dizia atrás: a vida artística anda muito ligada à vida política aqui nas Taipas. E esse é um ponto forte da minha candidatura.
Ter muitos artistas?
Sim. Temos alguns. Gostavamos de ter menos, mas sabe que nestas coisas nem todos os convites que fazemos são aceites. Eu diria mesmo que muitos convites não foram aceites...
Falou há pouco em não romper com o passado. Mas a sua lista corta algumas relações umbilicais com figuras que sempre estiveram ligadas ao PS taipense...
É verdade. Mas apesar de eu ser Costa, nunca andei às costas de ninguém. Aliás, nunca me pus às costas dos outros para subir na vida.
Está a pensar em alguém em particular?
Não, não. Até porque o meu relacionamento com o engenheiro é bom.
O Ricardo está também ligado à banca. Que mais-valia é que isso lhe trará, como presidente da Junta?
Para começar a Junta das Taipas está como o sistema financeiro internacional: na bancarrota. Além disso, conto estar mais à vontade na contabilização de facturas.
Como assim?
Por exemplo, comigo nunca estaríamos um ano e tal para depositar o dinheiro das cervejas. Eu levava logo o dinheiro para o banco e pronto. Até porque os depósitos ajudam a atingir objectivos.
O Ricardo sabe que um bom entrevistador tem que fazer perguntas incómodas. Por isso diga-me: o Ricardo tem irmãos com carrinhas em segunda mão para serem vendidas?
Por acaso não. Mas estou a ver onde quer chegar... a nossa actuação vai pautar-se por uma total transparência e respeito pelo erário público. Comigo será tudo pago com cheques do banco, nada de dinheiro vivo.
Parece-me que aqui há dois/três anos atrás também ouvi isso, da boca de um actual governante.
Claro. Todos ouvimos. Mas depois o povo esquece-se.
E o Ricardo depila-se no peito?
Desculpe, mas agora não estou a ver o alcance da pergunta...
Não tem alcance nenhum. É só para os leitores não adormecerem e voltarem a dar atenção à entrevista. Além disso, poderão pensar que há alguma marosca política relacionada com salões de estética ou algo do género. E isso faz com que esta entrevista ganhe interesse e alguma visibilidade.
Estou a ver...
Ainda no âmbito pessoal: o Ricardo acha que o facto dos seus progenitores viverem onde vivem fará alguma diferença?
Como assim...?
Ora bem... é perto da casa do actual presidente da junta…
Ora, por favor. Aliás quero dizer-lhe que tenho o melhor relacionamento com o arquitecto.
Tem?
Claro! Temos coisas em comum. Ele é colega e grande amigo do arquitecto Nuno. E eu também. Somos ambos bons na música.
Ricardo: quer deixar uma última mensagem aos eleitores das Taipas?
Não acreditem em tudo o que lêem.
14 outubro 2008
Toys ‘R’ Us
No seu discurso pós-vitória, Toy anunciou o seu cabeça de lista para as autárquicas, cantando logo em seguida o êxito “Aguenta-te com esta”.
Antes de terminar o discurso, Toy não quis deixar de enviar uma mensagem à líder do PSD, dedicando-lhe o badalado sucesso "Sensual, és tão Sensual".
Quem marcou presença na cerimónia foi Constantino Veiga, que aproveitou para pedir um conselho ao novo líder da concelhia sobre o que fazer para ser recebido pelo presidente da câmara de Guimarães, ao que este respondeu: “Chama o António”.
Assumindo estas novas funções, Toy espera relembrar os bons velhos tempos em que participava no programa de televisão da TVI "Ri-te, ri-te".
Agradecemos a pista para esta investigação, que foi encontrada no Taipas Notícias News
12 outubro 2008
Oficina do Polvo descodifica “Silenciador”
Com um pedido de desculpas aos visados, vamos ter que interromper a série de apresentação de candidatos, para apresentar o resultado de mais uma apurada investigação.Isto porque o texto publicado no ReflexoDigital com o título Teatro Oficina estreia “Silenciador” encerra em si mesmo uma mensagem subliminar que só uma equipa atenta como a nossa poderia descobrir.
Aconselhamos os nossos leitores a lerem a notícia original (clicando aqui) e a lerem depois o texto abaixo, devidamente descodificado.
...
Em “Silenciador” o ambiente de cena recupera as assembleias de freguesia de caldelas.
Manecas Ribeiro modera as sessões e procura conduzi-las de uma forma obscura dando a entender que as quer politicamente correctas.
Contudo, perpassa por toda a assembleia uma mensagem política que o moderador não quis que fosse explícita, pretendendo ele próprio assumir-se como um agitador.
Já para o secretariar nas encenações, convida Ângelo Freitas, o que, tendo em conta as suas ficções, é já em si um acto político.
A trama balança permanentemente entre o futuro e um passado, entre problemas que se vivem hoje mas vistos de um lugar onde nunca estaremos, o que justifica alguma indefinição do carácter dos eleitos e da penumbra de que vivem alguns eleitores no contexto cénico.
A sessão pública da assembleia acompanha a investigação de um inquérito, feito pelos três membros da Junta, que continuadamente e ao mesmo tempo se corrigem uns aos outros e que se desconfiam mutuamente.
No meio da investigação surge um personagem da cidade das duas caras e que vai conhecendo, através de confidências e inconfidências dos diálogos, a mentalidade do povo com quem se meteu...
Para além do texto de Manecas Ribeiro e da encenação da Junta, o elenco é composto por uma plateia do partido dominante que ulula com as fantasias dos seus correlegionários.
Em “Silenciador” o ambiente de cena recupera as assembleias de freguesia de caldelas.
Manecas Ribeiro modera as sessões e procura conduzi-las de uma forma obscura dando a entender que as quer politicamente correctas.
Contudo, perpassa por toda a assembleia uma mensagem política que o moderador não quis que fosse explícita, pretendendo ele próprio assumir-se como um agitador.
Já para o secretariar nas encenações, convida Ângelo Freitas, o que, tendo em conta as suas ficções, é já em si um acto político.
A trama balança permanentemente entre o futuro e um passado, entre problemas que se vivem hoje mas vistos de um lugar onde nunca estaremos, o que justifica alguma indefinição do carácter dos eleitos e da penumbra de que vivem alguns eleitores no contexto cénico.
A sessão pública da assembleia acompanha a investigação de um inquérito, feito pelos três membros da Junta, que continuadamente e ao mesmo tempo se corrigem uns aos outros e que se desconfiam mutuamente.
No meio da investigação surge um personagem da cidade das duas caras e que vai conhecendo, através de confidências e inconfidências dos diálogos, a mentalidade do povo com quem se meteu...
Para além do texto de Manecas Ribeiro e da encenação da Junta, o elenco é composto por uma plateia do partido dominante que ulula com as fantasias dos seus correlegionários.
A peça esta em cena há mais de trinta meses, no Pequeno Auditório da extensão da biblioteca Raul Brandão.
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