06 janeiro 2008

Lucky Luke Oliveira no Oeste Minhoto

Depois de ter mudado para um papel que suja as mãos, o Reflexo pretende continuar a sua estratégia de agressividade comercial, com a oferta de papel químico, azul e preto, óleo para correntes de bicicletas e canetas, daquelas em que a tinta se escapa para os dedos e para o bolso da camisa.

Soubemos também que, em meados do ano, o Reflexo irá oferecer cubos em pedra para evitar estacionamentos abusivos (uma marca das Taipas, juntamente com as cutelarias e os kiwis) e que, já perto do final de 2008, será editado o primeiro livro da colecção Heróis da Banda Desdenhada.

A primeira história desta banda desdenhada contará as aventuras e desventuras de Lucky Luke Oliveira, o cowboy que dispara ataques políticos mais rápido que a sua sombra.

Esta aventura começa com as eleições para o cargo de xerife duma pacata vila do Oeste minhoto. Lucky Luke Oliveira perde as eleições para um dos irmãos Dalton (o Daltino), acusado de ser um forasteiro e de não manter boas relações com o marshal do concelho.

O marshal procura então isolar a vila e confia a Lucky Luke Oliveira a responsabilidade pelo saloon (no qual não se pode servir álcool, mas apenas uma água quente com um cheiro esquisito), entre outros motivos para que ele se tornasse mais popular e pudesse conquistar o cargo de xerife em futuras eleições.

Os duelos são constantes e Daltino é acusado de não cumprir as promessas e de atrasar o desenvolvimento de Taipas City. Algo a que Daltino responde com a organização de majestosos bailes nos quais afamados pianistas e vistosas coristas animam a população local.

Lucky Luke Oliveira, apesar de disparar mais rápido que a sua sombra não consegue ganhar tantos duelos como gostaria, até porque Daltino dispara em todas as direcções. Isso faz com que o marshal... bom... é melhor não estragar a surpresa, pelo que não vamos contar o que se passa até ao final da história. Recordamos só que, em todas as aventuras deste herói, no final ele monta o seu cavalo e parte em direcção ao pôr-do-sol a cantar “I’m a poor lonesome cowboy”, que é como quem diz, “sou um pobre cavaleiro solitário".

3 comentários:

Ajão disse...

Caro Inspector,

Os meus sinceros cumprimentos! Esta coisa até não começou mal. De facto estiva a "dar pancada" no rapaz do blog "debarcoastaipas"! O dito autor bem tenta, mas, a verbe da escrita não quiz nada com ele! As ideias estão desordenadas e as transparências da filiação politica deixam a desejar.

Mas... deixemos estas coisas! Mais um comentário de "se lhe tirar o chapéu", pois, eu sabia que o dito Luke era dos que punha os pontos nos iiiiis, mas, esta de ser pistoleiro.....Já agora, o mesmo fuma ou não, como a figura que o inspira?
Face ao que andamos a ver é melhor o Sr. esclarecer se este Luke tem cigarro ou não.

Um abraço.
Ajão

Alcunha disse...

é pá porreiro,ganhaste um oscar

Anónimo disse...

O seu prognóstico confirmou-se no final do jogo, inspector!!!
Mas fez ele bem!